Quantas personagens meu amor para fugir da solidão, quanto devaneio à toa e sem razão... Quantos amores no teu caminho, em desatino, quanto vazio! Triste sina a tua, fugir de si, correr sem saber para onde ir... Passado, passado! Tudo agora é passado, morto e enterrado! Não tenha medo, abraça o teu novo enredo, sonha comigo um novo mundo, volta à inocência, à tua infância, não amo o que você não é... Te quero livre, rasgas estas roupas velhas, que distorcem o teu ser, deixa-me apreciar o nu da tua alma verdadeira. Teus pecados todos já foram lavados nas tantas lágrimas que derramei, salva-me do martírio, das noites aflitas em que minha mente implorou solução, não te suporto perdido... sela comigo o pacto da vida, sejamos TRÊS você, eu e Ele! seja agora o inverso do que tua alma ferida mostrou ao universo. Voa, voa livre... você ouve agora? Você consegue ver agora? Então agora, somente agora, você realment...