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Karma

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Voilà, invigilante varão! Viajastes armado em vilão E Vagueando livre violou Um vulnerável coração Vivendo uma vida vã Vi-te a virtude vacante Vibrou-se em mim o afã Velar-te a vida vacilante Vasta volúpia sem valor vangloria-te em ser viril Venerando com ardor Vaidosas de peito vazio Veia vulcânica vociferando Viverei a amar-te ou vingando? Vitória do verbo Vivo! Orando! Vejam o varão me venerando!

Fly – quando a alma descobre que não foi feita para lutar sozinha

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  Fly – quando a alma descobre que não foi feita para lutar sozinha Há músicas que não são apenas canções. São acontecimentos espirituais. Fly, de Jason Upton , é uma delas. Ela nasceu num lugar de ferida : um espaço que acolhia crianças órfãs, por volta de 2002–2003, e foi posteriormente incluída no álbum Remember. Não é um detalhe irrelevante. Jason Upton também é órfão. Cantar ali era mais do que ministrar; era colocar-se diante da própria história, da própria ausência, da própria falta de chão. Talvez por isso essa música não tenha sido escrita antes. Ela não veio de um papel. Ela veio de um lugar mais fundo. Uma música que nasce quando o controle termina.  Fly foi improvisada naquele momento. As palavras surgiram à medida que a música avançava, como uma oração que se descobre enquanto é feita. Quando alguém improvisa, o ego relaxa. As defesas caem. O que emerge não é o discurso bonito, mas a verdade emocional. Por isso a letra é simples, repetitiva; ela não tenta exp...

Ser livre (👈 click aqui)

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                      Quantas personagens meu amor para fugir da solidão, quanto devaneio à toa e sem razão... Quantos amores no teu caminho, em desatino, quanto vazio! Triste sina a tua, fugir de si, correr sem saber para onde ir... Passado, passado! Tudo agora é passado, morto e enterrado! Não tenha medo, abraça o teu novo enredo, sonha comigo um novo mundo, volta à inocência, à tua infância, não amo o que você não é... Te quero livre, rasgas estas roupas velhas, que distorcem o teu ser, deixa-me apreciar o nu da tua alma verdadeira. Teus pecados todos já foram lavados nas tantas lágrimas que derramei, salva-me do martírio, das noites aflitas em que minha mente implorou solução, não te suporto perdido... sela comigo o pacto da vida, sejamos TRÊS você, eu e Ele! seja agora o inverso do que tua alma ferida mostrou ao universo. Voa, voa livre... você ouve agora? Você consegue ver agora? Então agora,  somente agora, você realment...