Karma
Voilà, invigilante varão!
Viajastes armado em vilão
E Vagueando livre violou
Um vulnerável coração
Vivendo uma vida vã
Vi-te a virtude vacante
Vibrou-se em mim o afã
Velar-te a vida vacilante
Vasta volúpia sem valor
vangloria-te em ser viril
Venerando com ardor
Vaidosas de peito vazio
Veia vulcânica vociferando
Viverei a amar-te ou vingando?
Vitória do verbo Vivo! Orando!
Vejam o varão me venerando!

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